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Textos críticos:

ana linnemann
Ana Linnemann - 2008
Susan Cross - 2007

antonio manuel
Paulo Venancio Filho - 2006
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artur lescher
Paulo Venancio Filho - 2010
Adolfo Montejo Navas - 2009
Paula Braga - 2008
Agnaldo Farias - 2001
Kátia Canton - 2000
Victoria E. Noorthoorn - 2006

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Marcelo Campos - 2011
Marcelo Campos - 2008
Moacir dos Anjos - 2007
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Agnaldo Farias - 2001
Referências bibliográficas/Bibliographic references - 2008

cristina canale
Jacopo Crivelli Visconti - 2011
Luiz Camillo Osorio - 2008
Luiz Camillo Osorio - 2006
Tiago Mesquita - 2005
Daniela Bousso - 2003
Fernando Cocchiarale - 1999

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Adolfo Montejo Navas - 2011
Glória Ferreira - 2005
Agnaldo Farias - 2002
Adolfo Montejo Navas - 2005
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Félix de Azúa - 2006

julio le parc
Sheila Leirner - 2001
Oscar D’Ambrosio - 2001

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Cauê Alves - 2010
Paula Braga - 2009
Paula Braga - 2009
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Adolfo Montejo Navas - 2009

raul mourão
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Paulo Venancio Filho - 2003
Guilherme Bueno - 2004
Agnaldo Farias - 2004
Paulo Venâncio Filho - 2003
Agnaldo Farias - 2004

sérgio sister
Isobel Whitelegg - 2011
Rodrigo Naves - 2006
Sergio Sister - 2010
Paulo Venancio Filho - 2008
Alberto Tassinari - 2007
Tatiana Blass - 2003
Sérgio Sister - 2000
Sérgio Sister - 1998
Rodrigo Naves - 1995
Alberto Tassinari - 1993
Lorenzo Mammi - 1988
Rodrigo Naves - 1986

shirley paes leme
Tadeu Chiarelli - 2007
Angélica de Moraes - 1999
Os invisíveis
Ana Linnemann - 2008

Na Galeria Nara Roesler, alguns objetos, escolhidos a partir de sua capacidade de se mesclar ao ambiente, serão motorizados e submetidos a performances discretas. Ao invés de receberem o foco normalmente dispensado aos trabalhos de arte, esses objetos inquietos existem para serem percebidos com o canto do olho, perturbado, talvez, por seu movimento inusitado. Nem todos os notam, mas uma vez percebidos, a inesperabilidade de sua performance apontaria um universo estruturado por uma lógica fora do lugar, envolvendo o espectador em uma indagação, não apenas sobre normas de percepção, mas também sobre a aparente estabilidade das ordens vigentes.

A peça a ser mostrada na Galeria Nara Roesler faz parte de um projeto mais amplo chamado Os Invisíveis. Objetos, tão comuns que se tornam imperceptíveis, executam pequenas ações em curtos intervalos de tempo — numa fruteira, um limão dá um pequeno pulo; uma garrafa de Coca-Cola desliza para a esquerda e de volta para a direita sobre uma prateleira na parede; numa mesa de canto, um vaso de orquídeas descreve um giro rápido. As performances desempenhadas por esses objetos são tão rápidas e fugazes que, num primeiro momento, se fazem duvidar. Mas uma vez percebidas, colocam o expectador em estado de alerta, intensificando o espaço ao seu redor, como um caçador à espreita da presa pressentida, mas não exatamente detectada.

Peças dessa série foram mostradas recentemente no Museu Imperial de Petrópolis (2007, O Museu como Lugar), Rio de Janeiro; Oslo Kunstforening (2008, Multiple Choices), Oslo e The Long Island University (2005, Six Outdoor Projects), Nova York. Os trabalhos a serem exibidos na Galeria Nara Roesler são inéditos e sua descrição não corresponde à das peças acima.

Veja o vídeo da exposição em Oslo Kunstforening (2008, Multiple Choices): www.patkilgore.com

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