“O que vemos por toda parte é o curto-circuito entre coisas, imagens, palavras, afetos e significados; uma mobilidade absurda de sentidos que conspira com o nosso desejo de colar o que já sabemos ao que aparece a nossa frente. Repetindo o ditado: as aparências enganam, e arte é sempre jogo e ilusão”. As palavras do curador e crítico Luiz Camillo Osório sintetizam o processo de reconstrução...
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