marcos chaves
sem título, da série sugar loafer, 2014
impressão inkjet sobre papel rag baryta hahnemühle 315 matt
75 x 100 cm
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Marcos Chaves (n. 1961, Rio de Janeiro, Brasil) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística no início da década de 1980. Artista conceitual, Chaves trabalha com fotografia, vídeo, assemblage e instalações de grandes dimensões, transformando experiências cotidianas e materiais comumente ignorados em objetos artísticos. Com leveza e paródia, suas obras empregam o humor para ocultar uma sensibilidade trágica e poética. “O humor abre caminhos”, afirma. “Às vezes, você pode rir de algo, mas aquilo pode não ser tão engraçado assim. O humor pode nos fazer parar para pensar”. Chaves sobrepõe textos a fotos, registra suas próprias intervenções em fotografia e vídeo e instala objetos não-artísticos preexistentes em contextos artísticos, numa abordagem que lembra Marcel Duchamp. Em Academia, criou uma academia ao ar livre que habitantes do Rio de Janeiro podiam usar para se exercitar, com cimento, tubos de ferro, madeira e barras. O título é um trocadilho com a centralidade do samba e das academias no cotidiano dos cariocas. Suas individuais recentes incluem: ARBOLABOR (Centro de Arte de la Caja de Burgos, Espanha, 2015); Academia (Galeria Nara Roesler, Rio de Janeiro, Brasil, 2014); Narciso (Oi Futuro, Rio de Janeiro, Brasil, 2013); I only have eyes for you (Fundação Eva Klabin, Rio de Janeiro, Brasil, 2013); e Pieces (Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brasil, 2011). Participou da 1ª e da 5ª edições da Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (1997 e 2005), e da 25ª Bienal de São Paulo (2002), todas no Brasil; da 17ª Bienal de Cerveira, em Portugal (2013) e da 54ª Bienal de Veneza, Itália (2011), entre outras. 

Exposições

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