alice miceli
flautista (7.918 frames), 2013
vídeo projeção, p&b, com som
4’24”
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Alice Miceli (n. 1980, Rio de Janeiro, Brasil) vive e trabalha no Rio de Janeiro e em Nova York. De 1991 a 2001, cursou bacharelado na Ecole Supérieure d’Etudes Cinématographiques, Art and Electronic Media em Paris. Em 2004, formou-se em História da Arte e Arquitetura pela PUC-RJ. Alice utiliza tecnologias fotográficas e vídeo arte. Seu trabalho se baseia na pesquisa das manifestações virtuais, físicas e culturais do trauma infligido em paisagens sociais e naturais. Alice investiga a história e o uso continuado da mídia para representar o trauma. Criando instalações e documentos fotográficos alternativos sobre questões sociopolíticas extremas, a artista investigou locais como a Prisão S21, no Camboja, e a Zona de Exclusão de Chernobyl. Atualmente, desenvolve um projeto fotográfico sobre o espaço dos campos minados em diferentes contextos pelo mundo. Participou da 29ª Bienal de São Paulo (2010); e da exposição Basta! na John Jay College, em Nova York (2016) e na Cisneros Fontanals Art Foundation, em Miami (2015). Seus trabalhos foram apresentados em eventos como o Japan Media Arts Festival (Tóquio, Japão), TRANSITIO_MX Festival, (Cidade do México), Transmediale Festival (Berlim, Alemanha) e Documenta XII (Kassel, Alemanha), entre outros. Recebeu bolsas da MacDowell Colony, da Bogliasco Foundation, do Bemis Center for Contemporary Arts, em Djerassi, e da Dora Maar House. Uma longa entrevista com Alice Miceli foi publicada pela Skull Sessions, de Nova York. A artista recebeu o Prêmio PIPA em 2014, no Rio de Janeiro, e foi contemplada pelo Programa de Bolsas e Comissões da Cisneros Fontanals Art Foundation, de Miami, em 2015. É pesquisadora da Jan Van Eyck Academie em Maastricht, Holanda, e do Mejan Program, da KKH Royal Academy of Arts em Estocolmo, Suécia.