Uma aparentemente paradoxal relação entre silêncio e ritmo permeia os trabalhos de Tomie Ohtake desde a década de 1960, quando a artista se firma na arte abstrata, notadamente pinturas e esculturas, além de trabalhos sobre papel. Poucos elementos habitam as planícies de suas obras, muito concisas e de metódica fluidez, imagens que flertam com as formas sinuosas e sensuais da tradição...
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