Juan Manuel Echavarría (Medellín, 1947). Vive e trabalha em Bogotá.
Echavarría, que também é escritor, desenvolve trabalhos que tratam dos 50 anos de guerra civil na Colômbia, utilizando imagens metafóricas. Por meio de vídeo e fotografia, ele apresenta um trabalho que é belo na superfície e instiga-nos a olhar, para além desse brilho, para a violência que o trabalho retrata. Cada série refere-se à história da vida na Colômbia e usa "a beleza das civilizações para conduzir o espectador à maldade que se instalou na alma da Colômbia".
Suas fotografias e filmes retratam uma nação acostumada à brutalidade associada aos conflitos entre o exército nacional, as guerrilhas, e os paramilitares, que começaram em 1950 e continuaram por meio dos cartéis das drogas desde os anos 190 até as agressões dos dias de hoje. Essa guerra aparentemente interminável e esquecida transforma-se em realidade para o espectador que se confronta com a obra de Echavarría.
Seus vídeos já foram mostrados em vários festivais e exposições na Colombia, Europa, e Estados Unidos, incluindo:
Latinoaméamerica: Cine, video y multimedia, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid. 2001; Politicas de la diferencia. Arte iberoamericano fin de siglo. Centro de Convenciones de Pernambuco, Recife, Brazil; 2001, which traveled to Malba — (Colección Costantini), Buenos Aires; European Media Art Festival EMAF, Ossnabrück, Germany, 2003); the San Francisco International Film Festival, 2004; the Toronto Latin Media Arts Festival, 2005; The 50th Flaherty Film Seminar at Vassar College; and at the Museum of Modern Art in New York.
Echavarría foi incluído no Pavilhão Latino Americano de 2005 na Bienal de Veneza; o North Dakota Museum of Art organizou sua primeira exposição solo nos Estados Unidos, e incluiu-o na exposição itinerante internacional The Disappeared.